CAMINHOS

 

Lá para 2007 quase no falecimento do mês de Maio, aluguei este espaço na rua da blogosfera sem saber exactamente no que me estava a meter; confesso ter sido influenciado por dois amigos, a maria e o nck que me acompanharam e incentivaram durante alguns anos mas que entretanto emigraram para parte desconhecida e nunca mais deram sinais de vida. Poderia dizer que fui abandonado à minha parvoíce de gostar de escrever coisas sobre coisas de que sabia algumas coisas e doutras coisas de que nada, ou quase nada, sabia? Poderia e posso, pois a situaçõn é mesmo essa: escrevo do que não sei, também do pouco que sei mas sobretudo do que imagino saber sem me deter no facto de saber se o que sei ou não sei tem alguma coisa que mereça a pena saber-se. Isto já está a ficar confuso e o melhor é passar adiante. Este caminho tem sido feito de idas e vindas, de amigos que me acompanham com alguma assiduidade e que mais tarde desaparecem, outros que vão e voltam e tornam a ir e a voltar, assim como os alcatruzes duma nora que um jumento (eu) faz girar. De todos me lembro e todos me apoiaram e ajudaram para continuar aqui. Um sublinhado muito especial para a Teté e para o Rui cujas memórias continuam sendo importantes na teimosia que me acompanha e me tira a vontade de desisti. A todos agradeço.

§-agora que o SAPO decidiu acabar procuro caminnhos novos para percorrer; tomara encontrar um que seja, e isso acontecendo não deixarei de os dizer.

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